Give me something I can believe
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Se resolver ir embora, a porta está aberta. Não te prendo e nem te imploro. Mas se quiser voltar, meu bem, talvez eu já tenha trocado a fechadura...

“Faça algo diferente. Puxe assunto com um desconhecido, faça uma criança sorrir, brinque com um cachorro de rua, de um abraço de urso em seu amigo, coloque água em uma plantinha, converse com aquele carinha lá da esquina pergunte se está tudo bem, de uma flor para sua mãe, pare e ajude um senhor de idade, distribua sorrisos e não se esqueça dos “bom dia”, “boa tarde”, “obrigada”, “de nada”, “desculpa”, “com licença”, etc. Essas pequenas atitudes não mudam apenas o dia de alguém mas sim o seu e o mundo também.”
Autor Desconhecido.  (via harmonizar)








antes de começar a escrever, sentei-me em frente à janela do meu quarto e fiquei olhando a chuva cair. aquela chuvinha fina que te arrepia ao tocar na pele, que te faz querer dançar como se o mundo fosse acabar em música. o dia amanheceu nublado, e junto com a chuva que cai lá fora, uma nostalgia toma conta de mim. odeio sentir falta, falta das coisas. a saudade é diferente, saudade faz você lembrar com carinho de alguma coisa que te fez muito bem e que pode voltar a fazer. mas, falta, falta só serve pra te lembrar que nada vai ser como antes. saudade é bom, falta corrói. e ultimamente eu tenho sentido falta, falta de mim. acho que me perdi. é como se a metade de mim que me faz forte estivesse em coma, clamando por ajuda, mas tão perdida que nem ela sabe onde está.

eu sei onde estou agora, mas não estou completa. e não tô me referindo àquele clichê da “metade da laranja”. falta uma parte de mim.

stéphanie g. (via ecos-falsos)